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Coleção Judaísmo
O Pensamento Judeu no Mundo Moderno
BIBLIOGRAFIA E NOTAS

LEON ROTH

(1)  Ver A. Franck Philosophes modernes (1879), pags. 111 e seg. Estas idéias chegaram a Newton por Henry More o cabalista de Cambridge.
(2)  Escrito em cerca de 1502; 1a ed. em 1535; traduções em francês, espanhol e latim, na mesma época; reeditado por Gebhardt, como vol. III da Bibliotheca Spinozana (Oxford e Heidelberg, 1927). O leitor inglês conhece-a pela «terceira divisão» da Anatomy of Melancholy e pelo Lavengro de Borrow (cap. 50).
(3)  Ver Ibn Gabirol de J. M. Vallicrosa. Vol. I da Biblioteca Hebraico-Española, pag. 70 e seg.
(4)  Gen., XVIII, 25.
(5)  Por exemplo, Números XV, 15-16; Isaías XLII, 4.
(6)  Êxodo XXII, 21; XXIII, 9; Deuteronômio, X, 19; XXIV, 17-22.
(7)  Jeremias XXII, 16.
(8)  O Deus absconditus, de Pascal (Pensées, IV, 242). de Isaías, XLV, 15
(9)  Levítico XVIII, 24-30; XX, 22-23.
(10)  I Reis XXI, 17 e seg.; II Reis IX, 25-26.
(11)  Levítico XVIII, 3.
(12)  Gênesis XVIII, 19.
(13)  Rep., 469 e seg.
(14)  Amó, IX, 7.
(15)  Deut. XIII, 1-5.
(16)  Gen. VIII, 22.
(17)  Jer. XXXIII, 25.
(18)  Jonas IV, 11.
(19)  Êxodo XXIII, 12; Deut. V, 14; XXV, 4, etc.
(20)  Hab. II, 17. A proibição de destruir as árvores frutíferas (Deut. XX, 19) foi especialmente ampliada pelos rabinos, que a converteram em uma proibição geral de toda forma de destruição.
(21)  Salm. LXVIII, 5.
(22)  Salm. CXLVII, 9.
(23)  Job. XXXVIII, 26.
(24)  Salm. CIV 27; CXLV, 15.
(25)  Ver uma comparação interessante entre a metafísica grega e o monoteísmo ético hebreu em H. F. Hamilton. The people of God (Oxford, 1912), tomo I, cap. I. O livro tem o defeito habitual de esquecer os documentos judaicos pós-bíblicos.
(26)  O famoso capítulo IV «Dos Milagres» do Tractatus Theologico-Politicus pode apoiar-se literalmente sobre textos de Maimônides. V. M. Joel, Spinozas Theologish-Politischer Traktat (Breslau, 1870), pags. 57 e seg.
(27)  Sinto-me satisfeito de poder agora apoiar-me para o que se acaba de ler sobre um análogo ponto desenvolvido pelo professor Whitehead em seu Science and the Modern World recentemente publicado por Lowell Lectures (Cambridge, 1926), pags. 17 e seg.
(28)  Repetido por Spinoza assim como por Mendelssohn (ver adiante) O caráter moral, da aliança estava, naturalmente, na liberdade de sua aceitação. Isso ressalta nitidamente do comentário rabínico do Deuteronômio XXXIII, 2, que afirma que Deus ofereceu a Torá a todas as outras nações antes de dá-la à Israel; porém todas a rechaçaram porque suas exigências morais suscitavam um conflito com sua maneira habitual de viver.
(29)  Exegeticamente baseava-se na distinção do Pentateuco entre «juízos» e «estatutos», p. exemplo em Lev. XVIII, 4. «Juízos» são as leis morais universais que «se não tivessem sido escritas teriam que ser escritas», isto é, leis cuja validez não é meramente legal; «estatutos são os pontos aparentemente arbitrários do ritual» (Talmud Babli, Ioma 672).
(30)  Assim, na famosa apóstrofe de Amós (III, 2). É naturalmente a idéia central das passagens de «servidor» de Isaías.
(31)  Êxodo, IV, 22.
(32)  A desgraçada alusão de Spinoza (Tract. Theol. - Pol., cap. V) foi retificada por M. Joel, op. cit. pags. 55-56, e Hermann Cohen Spinoza über Staat und Religion, reimpresso em seus Jüdische Schriften (Berlim, 1924), vol. III, pag. 345 e seg. A questão geral é tratada no Nächstenliebe im Talmud, de Cohen (Jüd. Schrift., tomo I pag. 145 e seg.).
(33)  Para as relações de Bodino com o pensamento judeu deve-se mencionar o longo e importante ensaio de Jacob Gutman em Monatsschrift für Geschichte und Wissenschaft des Jundentums, de 1905. Deve-se advertir que, como Montaigne e L'Hopital, Bodino teve uma ascendência judaica.
(34)  Ver sobre esta matéria algumas observações interessantes no prefácio de James Frazer ao seu Folklore of the Old Testaments.
(35)  Religion of the Semites, pref. pag. IV. O ponto particular no qual Spencer depende de Maimônides, está exposto no ensaio de Julius Guttmann, no Festschrift Simonsens (Copenhague, 1923), pags. 258-276.
(36)  Ver David Kaufmann, Geschichte der Atributtenlehre in der jüdischen Religions-philosophie des Mittelalters (Gotha 1877).
(37)  Exemplo clássico dado por Maimônides (Introdução à Lógica, cap. 13) e retomado por Spinoza (Cog Met., II, 11, parágrafo 3 e Eth. 1. 17 e seq.).
(38)  Tomo a frase de Lowes Dickinson quando caracteriza a religião grega em Greek View of Life (1898, pag. 7).
(39)  Alusão às famosas passagens do Êxodo, XXXIII, 17-23; XXXIV, 5-8, que o Guia livro I, já havia explicado nesse sentido. Para Spinoza, ver Theol. - Pol., XIII, 22; XIV, §§ 25 e 30; e para a significação da doutrina da exemplar humanae vitae em seu sistema concluído. Eth. IV, Pref. (Para a utilização rabínica desta concepção grega ver Abrahams, Studies in Pharisaism and the Gospels, segunda série, Cambridge, 1924, pags. 138-182. A contribuição judaica está como de costume, na característica moral dada à doutrina). É importante observar que, para Maimônides como para Spinoza a perfeição moral aparece primeiro. O homem deve ser bom antes de poder ser sábio.
(40)  Jer., IX, 24 (Maimônides, Guia, III, 54, fim; Spinoza, Theol. Pol., XIII, § 21.
(41)  Lema favorito sacado do último conselho de David a Salomão (I Crôn. XXXVIII, 9). Os críticos têm indicado brevemente, a maior parte como Pascal o fez bastante tempo depois, que o «Deus dos sábios» não era o mesmo «Deus de Abraão, de Isaac e de Jacob».
(42)  Por exemplo, Deut., VI, 5.
(43)  Tratado do Arrependimento, X, § 4 e seg., (bastante mal traduzido para o inglês por Soloweyczick, Londres 1863); existe também nas Selections from Yad Hachazakah, de Bernard, Cambridge, 1832.
(44)  Na introdução ao seu «ensaio» de «artigos» de um «Credo judaico», comentário de Mischná Sanhedrin, XII (tradução inglesa de J. Abelson, na Jewish Quarterly Review, outubro 1906).
(45)  Jer. XXXI, 33-34.
(46)  Guia, III, 51 (a frase é talmúdica).
(47)  A influência direta desta escola sobre toda a extensão do pensamento moderno, não está limitada aos pontos que nós já temos anotado ou aqueles nos quais Spinoza a segue. Este tem sido o fruto de numerosas traduções das obras filosóficas de Maimônides que aparecem nos séculos XVI e XVII. Podemos citar entre outras, a reimpressão da velha tradução latina do Guia, (Paris, 1520); a nova tradução de Buxtorf (Basiléia, 1629); a Porta Mosis, de Pococke (Oxford, 1655); The Foundations of the Law, de Voorst (Amsterdam, 1680); os Treatises on Education and Repentance de Clavering, (Oxford, 1705). Pode-se ver os resultados, não somente nas alusões incidentais, tais como em Bayle, senão também no sistema razoável dos platonistas de Cambridge. É especialmente interessante nesta matéria a série de comentários e resumos profundos escritos por Leibniz ao estudar o Guia, série impressa na obra de Foucher de Careil Leibniz, la Philosophie juive et la Cabale, Paris, 1681.
(48)  Do melhoramento do entendimento, cap. I.
(49)  Pollock, Spinoza (2a edição, 1912), pag. 381.
(50)  A falta de espaço nos impede de examinar o detalhe de suas fontes de inspiração. Cabe formar-se uma idéia dos fatores que atuam nele em Dunin Borkowski, Der junge De Spinoza, Munster, I. W., 1910; na série de ensaios do professor Wolfson, em Chronicon Spinozanum II-III (1921-1923) e no Uriel da Costa do Dr. Gebhardt (Oxford e Heidelberg, 1922).
(51)  Ver Stein, Leibniz und Spinoza (Berlim, 1890), página 283.
(52)  Die Hebräischen Uberseizungen des Mittelalters (Berlim, 1893).
(53)  Sorley, nos Proc. Brit. Acad., 1917-1918, pag. 477. Também Hegel no primeiro parágrafo que consagra a Spinoza em sua História da Filosofia. Foi Hegel quem escreveu que para ser filósofo todo estudioso devia, primeiramente, impregnar-se de Spinoza, conselho ao qual se conformou certamente ele mesmo, como seus contemporâneos Fichte e Schelling e a maior parte dos grandes pensadores. Ele deve ao mestre, entre outras, a idéia fértil de que «a verdade é o todo».
(54)  Era naturalmente, uma medida «política». A nova comunidade, apenas tolerada ela mesma, devia separá-la de quem professava opinião que começava a fazer escândalo no mundo e oferecia o risco de por em perigo a posição que ela mesma, recentemente, acabava de adquirir penosamente.

A «Sinagoga» na qualidade de organismo comparável à Igreja Católica, nunca existiu, e não podia, em época alguma, lançar uma excomunhão geral. Fora das discussões teológicas locais, a única tentativa séria de sufocar a opinião é o ataque (sem êxito) de muitos chefes de comunidades contra Maimônides depois de sua morte; porém eles o combatiam, sobretudo porque acreditavam que ele havia ensaiado fazer da opinião a pedra de toque no judaísmo. Esse ataque, repetido com virulência por S. D. Luzzatto no último século, referia-se não a uma opinião determinada, senão ao intento de dar uma autoridade definitiva a um conjunto qualquer de opiniões. Era uma condenação, não de uma «heresia» particular, mas sim da idéia de heresia como tal.

(55)  Zevi Aschkenazi de Amsterdam (para os documentos ver Chronicon Spinozanum, I, pags. 172-282). Sua posição é ainda mais interessante, porquanto não tinha nenhuma pretensão filosófica, tendo adquirido sua grande reputação no domínio dos puros estudos talmúdicos.
(56)  Antiqui omnes Hebraei, como havia dito o próprio Spinoza (a Oldenburg. Ep. LXXIII).
(57)  A posição de Nieto neste ponto é curiosamente parecida com a de Berkeley alguns anos depois (cf. Principles, § 150).
(58)  Assim, já Filon (De Somn., I, II §§ 63-64; Legum Alleg. I, 14, § 44); cf. para a interpretação da frase, Guia I, 70.
(59)  Ep., LXXIII.
(60)  Eth., IV, sch. 50.
(61)  «Tam nobis impossibile est concipere Deum non agere quam Deum nos esse». (Eth., II, sch. 3).
(62)  Eth., IV, 45, sch. 2.
(63)  Eth., IV, 67.
(64)  Esta alegria da vida universal, cuja expressão é tão vivida no hino da criação de Job XXXVIII-XXXIX acha-se simbolizada de uma maneira surpreendente na «invenção» conhecida de Blake.
(65)  Ver, para a história posterior do Spinozismo, Pollock, Spinoza, cap. XII; Grunwald, Spinoza in Deutschland (Berlim, 1897); Altkirch, Maledictus und Benedictus (Leipzig, 1924), assim como diversos ensaios e notícias no Chronicon Spinozanum (La Haya, 1921 e seg.), e Het Spinozahuis (1900 e seg.).
(66)  Tudo isto é acessível ao leitor inglês nos dois volumes da tradução de Jerusalém por Samuels (1838). Encontra-se uma relação sumária das opiniões de Mendelssohn na obra póstuma An die Freunde Lessings (1788), pag. 28 e seg.
(67)  Jerusalém (trad. Samuels), tomo II, pag. 106.
(68)  Miquéas, VI, 8.
(69)  
(69 e 70)  É essencialmente a mesma que a de Spinoza. Ver, em particular, o importante capítulo XIII do Tractatus Theologico-Politicus, onde «está evidenciado que a Escritura não ensina senão as coisas mais simples, não pede senão obediência e não ensina nada a cerca da natureza divina, exceto o que os homens podem imitar por uma certa maneira de viver» (aqui persiste ainda a velha idéia da imitação dos atributos morais de Deus).

É interessante assinalar que segundo uma anedota muito conhecida de Colerus a prática de Spinoza estava de acordo com a sua teoria. «Um certo dia seu hóspede lhe perguntou se ele acreditava que poderia alcançar sua salvação na religião que professava. Ele respondeu: Vossa religião é boa; não tendes necessidade de buscar outra, e não duvideis que possais alcançar vossa salvação nela, desde que ao mesmo tempo que pratiqueis a piedade, levais uma vida tranqüila e aprazível».

(71)  Ver Léon, Fichte et son Temps (Paris, 1922), I pag. 226 e seg.
(72)  Maimon, como Mendelssohn e Cohen mesmo era leitor assíduo de Maimônides. Deu a si o mesmo nome e escreveu um comentário hebraico sobre o Guia.
(73)  Ver o ensaio de Kaufmann, Der Führer Maimunis in der Weltliteratur, no Archiv. de Stein de 1898, (reimpresso em seus Ges. Schriften, Francfort, 1910 tomo II, pag. 152-189); Guttmann, Der Einfluss der Maimonidischen Philosophie auf das christliche Abendiand (Moses ben Maimon, Leipzig 1908, pag. 134-230); Gilson, Le Thomisme, Paris, 1923.
(74)  Ponto estudado por David Neumark (1866-1924), em sua obra profundamente penetrante e sugestiva, porém desgraçadamente inconclusa sobre a história da filosofia judaica. Ver em particular sua Geschichte der jüdischen Philosophie des Mittelalters, Berlim 1907, tomo I, livro 1°, cap. 3; Toldoth Hapilusophiah Beyisrael (1921), I, 3; e seus ensaios nas Hatkufah, XI e XIV, e em diversas revistas.
(75)  Lev. XIX, 2.
(76)  Salmos, XIX.
(77)  Ver mais acima.
(78)  Lev. XIX, 18, 34.
(79)  De Vita Mosis, II, 4, § 17.
(80)  T. B. Megil, 13 a; cf. Midr. Rab. Est. § 6.
(81)  Título de um trabalho lido por ele ante o congresso mundial das religiões, em 1910, reimpresso nos Jüd. Schrift, I, pag. 19 e seg. Tratou a fundo a questão em sua vasta obra Die Religión der Vernunft aus den Quellen des Judentums (Leipzig, 1919).
(82)  O pensamento kantiano parece ter exercido certa fascinação sobre os judeus. Basta recordar a obra de Marcus Herz e de Lazarus Bendavid para sua difusão e a observação de Schleiermacher de que sobre três judeus cultos, um pelo menos era kantiano. Hermann Cohen sozinho, foi o maior representante do que se poderia chamar de movimento kantizante na interpretação do judaísmo.

MORITZ LAZARUS (1824-1903) é célebre como psicólogo introspectivo e fundador, com seu cunhado HEYMANN STEINTHAL (1823-1899), da ciência da «Völkerpsychologie» (psicologia dos povos).

(83)  Cf. Spinoza, Theol.-Pol., XIII, § 21.
(84)  Deut. XXV, 13-15; Prov. XX, 10.
(85)  Seria, por acaso oportuno assinalar que na Bíblia hebraica, o «Jardim do Éden» dos primeiros capítulos do Gênesis não reaparece senão em algumas passagens obscuras. Em todo caso, esta concepção nunca influiu sobre o pensamento posterior.
(86)  Deut. XXX, 12.
(87)  Tract. Pol. I, §§ 4 e 7. É digno de fazer notar que a mais recente constituição provém do judeu Hugo Preuss.
(88)  Ver o notável ensaio Judaism and the Gospels de Achad Ha-Am (Essays on Sionism and Judaism, traduzidos por León Simon, Londres, 1922).

«ACHAD HA-AM» (Um do povo) == Ascher Ginzberg (1856-1927) o maior pensador judeu moderno de língua habraica, mostra as tendências práticas do espírito judeu na relação com a filosofia social de Mill e a psicologia de Tarde. Nele, como em outros pensadores judeus, a nota do idealismo moral é dominante; ainda que se ocupe antes de tudo de problemas específicos de seu próprio povo, tem procurado resolvê-los à luz de premissas de um valor geral. Em particular, sua afirmação da síntese profética entre o nacionalismo e o universalismo ético, possui o valor de uma contribuição duradoura ao pensamento moderno. (v. seus Selected Essays, traduzidos por Simon na Jewish Publication Society of America, 1912, e os Studies in Jewish Nationalism, do tradutor, Londres, 1920).

(89)  Salmos, I, 9-12.
(90)  Judaism and its History, tradução inglesa de Newburgh, Bloch Publisshing Co. 1911, p. 37. Faz referência às passagens do Êxodo XXIII, 3 e do Levítico XIX, 15, já assinaladas por Filon (De Spec. Leg., IV, § 72; De Judice, 5).
(91)  A idéia de consciência não entrou no pensamento helênico senão com o judeu Filon. Cf. para «este momento solene» na história das idéias européias, Brehier, Idées Philosophiques et religieuses de Philon d'Alexandrie 2a ed. Paris, 1925), pag. 296 e seg.
(92)  Lev., XIX, 14, etc., com comentários rabínicos.
(93)  Hippolytus, 1325 e seg. Encontra-se a mesma crítica da moral politeísta em Platão, por exemplo no Eutifron.
(94)  Cf. Collingwood, Outlines of a Philosophy of Art (Oxford, 1925), pag. 23 e seg.
(95)  Hatch. The Influence of Greek Ideas and Usages upon the Christian Church. Ela se revelou, como o assinala com razão, uma «damnosa hereditas».
(96)  Eth. II, 49, com o corolário e o apêndice.
(97)  Guia, II, VI.
(98)  Auencebrolis Fons Vitae (Münster, 1895) pags. 4, 11, 27 e seg. Veja-se para os aspectos hebraicos do sistema de Ibn Gabirol, a introdução do professor J. Klausner à nova tradução para o hebraico (Jerusalém, 1926).
(99)  De Dec., II. § 17.
(100)  Literary Study of the Bible, 2a ed. Pref., pags. XII, XIII.
(101)  Mais acima.
(102)  Russel, The A B C of Relativity (1925) caps. II e XV; Whitehead Science and the Modern World (1926), pags. 167 e seg.
(103)  Esta aparece sobretudo na filosofia de Alexander que foi declarada ela própria (sem intenção encomiástica) «uma filosofia para a ciência», (Proc. Arist. Soc. 1924-1925, pags. 59-60). «Não são as concepções humanas das coisas que procura mostrar a metafísica - observa - (Space, Time and Deity, I, pag. 196) senão a constituição do mundo mesmo».
(104)  Isaías LV, 8.
(105)  Op. cit., I, pag. 6.
(106)  Prov. XVI 4, empregado mais ou menos no mesmo sentido, ainda que sob a forma oposta, por Maimônides, no Guia, II, 13. A sugestão do empirismo é tanto mais assinalada pelo fato de sua clara compreensão da natureza e da situação da hipótese científica (II, XV; seguido por Spinoza em D. I. E., § 2 e Ep. IX).
(107)  Proc. Arist. Soc. 1925-1926, pag. 298.
(108)  Existe uma certa continuidade entre filósofos que escrevem em hebraico. Toda época, compreendida a nossa, os tem sido em número considerável. Porém os limites de nossa matéria excluem uma discussão de suas obras.
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  Marcelo Ghelman